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"Muito feliz com mais um título na América do Sul": Luz e Matos encerram a gira sul-americana com dois troféus, 15 vitórias e foco nos Masters americanos

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura
Rafael Matos e Orlando Luz (Foto: Chile Open)
Rafael Matos e Orlando Luz (Foto: Chile Open)

Rafael Matos e Orlando Luz fecharam o ATP 250 de Santiago na última sexta-feira e só agora parecem ter se dado conta do que fizeram em fevereiro. Dois títulos. Quinze vitórias em 19 jogos. Um fim de semana em Santiago sem perder um set sequer. A gira de saibro sul-americana acabou, mas os gaúchos não estão pensando em desacelerar.


"Passamos muito bem a semana tanto dentro como fora da quadra. Jogamos muito bem todas as partidas. Estivemos muito bem de cabeça nos momentos importantes", disse Matos, que faturou em Santiago seu 13º título na ATP e disputou a 20ª final da carreira.

A frase resume bem o que foi a campanha no Chile. A dupla não cedeu nenhum set nas quatro partidas do torneio. Na final de sábado, superou o uruguaio Ariel Behar e o australiano Matthew Romios por 6/4 e 6/3, com 76% de eficácia no primeiro serviço contra 56% dos adversários e seis chances de quebra geradas nas devoluções. Dominante do início ao fim.

Orgulho coletivo


Luz, que conquista agora seu terceiro título ATP, foi além do resultado e fez questão de incluir a equipe na celebração.


"Muito feliz com mais um título na América do Sul. Estamos trabalhando bastante para isso, sair com mais um troféu, não só eu e o Rafa, mas toda nossa equipe. Estamos muito orgulhosos do trabalho", disse o gaúcho de 28 anos.


Dois títulos em três semanas, ambos no saibro, ambos com autoridade. Há uma lógica aqui que vai além do talento individual: Matos e Luz treinam juntos, dividem os mesmos preparadores físicos e são amigos de longa data. A parceria foi anunciada em novembro de 2025, antes mesmo da pré-temporada, e já acumula três troféus, incluindo o ATP 250 de Bastad em 2024. O projeto rendeu.


O próximo passo: os Masters americanos


Santiago encerrou um ciclo. Agora começa outro, mais exigente.


"E hoje foi um jogo bem duro, acredito que muito mais por nervos, claro querendo sempre o troféu. Final é final e jogamos para ganhar. Dos três torneios, dois títulos na gira do saibro. Vamos recuperar, voltar pra casa alguns dias e seguir para os Estados Unidos tentando jogar os Masters de Indian Wells, Miami e o ATP de Houston", disse Luz.


Os dois aguardam desistências para entrar na chave de Indian Wells, onde a entrada direta ainda não está garantida. O ranking, porém, melhorou: Matos volta ao top 40 ao chegar à 39ª posição, e Luz alcança o 40º lugar, seu melhor índice na carreira. Em 2026, a dupla ocupa a oitava colocação no ranking de pares do ano.


Com o título, cada um embolsa US$ 18.515 e recebe 250 pontos no ranking. Números que, neste momento, são quase coadjuvantes. O que Matos e Luz construíram em fevereiro vai muito além da tabela.

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