Federer de volta ao Brasil
Roger Federer vai voltar ao Brasil. A On, marca suíça de artigos esportivos da qual o ex-número 1 do mundo é acionista e embaixador, anunciou nesta sexta-feira que ele estará no país em dezembro.
O anúncio veio enxuto. A publicação não diz que tipo de evento terá a presença do suíço nem em qual cidade ele vai aparecer. Portais de notícias apontam São Paulo como destino, mas o programa completo ainda depende da própria marca, que promete mais detalhes em breve.
Será a primeira visita de Federer desde dezembro de 2012, quando ele debutou no país. “É um sonho realizado pra mim, poder estar jogando no Brasil”, disse o suíço na ocasião, logo depois da estreia, há mais de uma década.
O Gillette Federer Tour de 2012
A turnê ocupou o Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, entre 6 e 9 de dezembro, com um elenco que o tênis brasileiro raramente viu reunido: Serena Williams, Maria Sharapova, Victoria Azarenka, Caroline Wozniacki, Jo-Wilfried Tsonga, Tommy Haas, Tommy Robredo e os irmãos Bob e Mike Bryan. Do lado da casa, Thomaz Bellucci, Marcelo Melo e Bruno Soares.

Bellucci, então número 1 do Brasil, foi o anfitrião menos hospitaleiro. Venceu Federer em três sets na noite de estreia. Exibição é exibição, mas o placar ficou.
Fora da quadra, a passagem rendeu imagens que muita gente guarda até hoje. Federer disputou mini-partidas contra Gustavo Kuerten e Maria Esther Bueno, foi a Paraisópolis assistir à final de um campeonato de futebol da Cufa e conheceu Pelé antes de seguir viagem para a Argentina.
O Federer de 2026
O homem que volta agora tem 45 anos, 20 títulos de Grand Slam e está aposentado desde setembro de 2022. No fim de agosto, foi eternizado no Hall da Fama do Tênis, em Newport, e ainda entrou em quadra para jogos de exibição nas homenagens do US Open. A raquete, pelo visto, segue fora do armário.

A visita cai num mês em que São Paulo já tem compromisso marcado com o tênis de elite. A mesma On patrocina João Fonseca, que enfrenta Carlos Alcaraz em 12 de dezembro, no Nubank Parque, no evento batizado de São Paulo Super Match. Até aqui, não há qualquer ligação anunciada entre as duas agendas.
Para quem esteve no Ibirapuera em 2012, a espera foi longa. Faltam agora duas respostas: onde e como.
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