Fim de ciclo
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A parceria entre Beatriz Haddad Maia e o técnico Rafael Paciaroni chegou ao fim nesta quinta-feira. A tenista número 1 do Brasil e 67ª do mundo fez o anúncio em suas redes sociais.
Bia trabalhou com Paciaroni durante seis anos, desde o momento em que retornava de suspensão com o ranking zerado, em 2020, até o início da atual temporada. O auge da parceria aconteceu entre 2022, quando ela foi finalista do WTA 1000 de Toronto e entrou no top 20, e 2023, com a semifinal de Roland Garros e a entrada no top 10 do ranking mundial. Paciaroni chegou a ser indicado entre os melhores treinadores de 2022 pela WTA.
"Rafa, depois de 6 anos eu só poderia te agradecer por todos os momentos e grandes feitos que alcançamos dentro e fora de quadra", escreveu Bia. "Passamos pelos momentos mais intensos, felizes e duros da minha carreira e eu serei eternamente grata por isso".

"Não é sobre resultados e o top 10 que alcançamos em simples e duplas, mas sobre tudo que me ensinou, principalmente sobre quanto o trabalho duro e acreditar no processo são as coisas mais importantes na nossa profissão. E que sim, 'é possível quando fazemos algo com o coração'. Nosso legado e marca no tênis brasileiro são eternos".
Desde o ano passado, Bia não repetia os mesmos resultados e caiu no ranking. A paulista de 29 anos chegou a se afastar do circuito por quatro meses para cuidar da saúde física e mental no fim de 2025, mas tem apenas uma vitória em seis jogos disputados em 2026.
Sem ranking para disputar a chave principal do WTA 1000 de Dubai na próxima semana, Bia também não jogará o qualifying. Ela voltará ao circuito no WTA 500 de Merida, no México, a partir de 23 de fevereiro.
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