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Guto pode fazer história: goiano faz quartas em Santos com marca sul-americana na mira

  • 8 de mai.
  • 2 min de leitura

Luis Guto Miguel, de 17 anos, disputa nesta sexta-feira as quartas de final da Santos Brasil Tennis Cup com uma marca no horizonte: uma vitória sobre Lorenzo Rodriguez, tenista da Argentina 462º do ranking, colocará o goiano como o sul-americano em atividade mais jovem a disputar uma semifinal de Challenger, superando nomes como João Fonseca, o argentino Juan Manuel Cerúndolo, e os chilenos Thomás Barrios Vera e Nicolas Jarry.



A ressalva no "em atividade" é importante e tem nome e sobrenome: Juan Martín del Potro, que chegou às semis de um Challenger no seu torneio de estreia como profissional, o Lines Trophy de Reggio Emilia, em junho de 2005, com apenas 16 anos.


A campanha até aqui

Guto bateu o compatriota Wilson Leite na esteia. Na quinta, avançou na chave com uma vitória sólida e sem sustos sobre o argentino Juan Manuel La Serna, cabeça 7 do torneio e 367º do ranking: 6/4 e 6/2, sem enfrentar nenhum break-point.


O torneio no Tênis Clube de Santos distribui US$ 63 mil e 50 pontos ATP ao campeão. Guto chegou à chave principal como convidado, está ranqueado em 1.036º e vai escalar para aproximadamente a 905ª posição com a chegada às quartas. Será seu début no top 1000. O goiano soma quatro vitórias em nível Challenger na carreira.


Lorenzo Rodriguez, o próximo adversário, chegou às quartas ao derrotar o compatriota e cabeça 1 Guido Justo, por 6/2 e 6/1, o que sugere que está jogando bem acima do seu ranking de 462.


Brasil pode colocar três atletas nas semis

Três dos quatro confrontos das quartas tem brasileiro em quadra. Matheus Pucinelli, 410º do ranking e finalista do torneio em 2025, vai enfrentar o colombiano Miguel Tobon após vencer Valerio Aboian por 6/3 e 6/2. João Schiessl, 21 anos, 448º, despachou o norte-americano Ryan Dickerson por 6/3 e 6/2 e joga contra o uruguaio Franco Roncadelli, cabeça 2 e 274º do mundo.


Para Guto, o jogo de hoje tem peso duplo. Há a possibilidade de seguir avançando em um Challenger pela primeira vez na carreira. E, se passar, há uma marca histórica esperando no outro lado da rede.

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